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01-11-2006 20h01m
Diário Lance publica exclusiva com Roberto Gomide sobre a Copa


Especialista no setor fala sobre as tendências para o mercado e estrutura dos campos brasileiros

São Paulo (SP) -
O Diário Lance! publicou nesta quinta-feira, em sua edição carioca, a primeira matéria sobre as condições do mercado de gramados esportivos no Brasil, visando a Copa de 2014.

O jornalista Rodrigo Cerqueira, direto redação do Lance no Rio de Janeiro, conversou ao telefone com Roberto Gomide, presidente da World Sports - Gramados, maior empresa brasileira no setor.

Confira abaixo a matéria na íntegra, ou clique aqui e leia no Portal do Lancenet

Clique e veja a matéria no Jornal "O Povo" de Fortaleza

Grama para a Copa de 2014 é tema de debate

Por Rodrigo Cerqueira

Especialista em gramados mostra as tendências do setor

Após o anuncio do Brasil como sede da Copa de 2014, algumas questões já começaram a ser discutidas. Uma delas é a qualidade dos gramados brasileiros, tema de ressalva do relatório da Fifa sobre a candidatura do país. E o empresário Roberto Gomide, dono da World Sports, empresa responsável pelos gramados de sete estádios que postulam receber jogos do Mundial, já faz planos para a utilização dos palcos e informa qual tipo de grama deve se adotada.

- Na prática, imagino que todos os gramados devem ser trocados para o evento. Mas somente a grama em alguns casos. Pois muitos estádios têm boa infra-estrutura com bons sistemas de drenagem - avaliou o empresário.

Segundo Gomide, a grama Bermuda, utilizada no Maracanã e em outros grandes palcos do futebol brasileiro, deve ser a escolhida para receber os jogos da Copa:

- A grama Bermuda é a mais indicada. Claro que outros tipos de grama podem aparecer, mas acredito no potencial desta. Ela é utilizada nos principais estádios do mundo e tem como característica proporcionar um futebol de alta performance. A escolha do Brasil como sede do Mundial foi muito comemorada por Gomide. Segundo o empresário, chegou a hora de o setor de gramas esportivas se fixar de vez no mercado.


- Existem empresas e profissionais especialistas no segmento e acreditamos que a confirmação do Brasil como sede da Copa vai acelerar o crescimento do segmento, inclusive com a entrada de empresas estrangeiras. O setor está se organizando e em 2008 deve ser criada a Associação Brasileira das Empresas e Usuários de Gramados Esportivos (ABGE) - comemorou Gomide.

Nos últimos anos, diversos países têm adotado a grama sintética em jogos de futebol. No entanto, Gomide acredita que esta tendência não deve ser adotada na Copa do Mundo do Brasil:

- A utilização da grama sintética é feita sob condições especiais. Então, no Brasil, que não tem essa cultura no futebol profissional, acredito que deve prevalecer a grama natural.

Fonte: Redação Soccer System

 





Redação Soccer System
Fábio Giannelli
 
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